terça-feira, 22 de julho de 2014

Síntese do texto: "Avaliação da Aprendizagem... mais uma vez"



Em demonstração, a questão composta sinaliza a diferença entre “avaliar e examinar”, compreendidos conceitualmente, porém sem gerar condutas novas entre os professores. Examinar consiste em classificar o educando com escalas de notas, onde não importa se os estudantes aprenderam ou não com qualidade, mas somente a demonstração dos que aprenderam e dos que não aprenderam.
A avaliação consiste em investigar a qualidade na aprendizagem dos alunos, tendo como base a procedência na intervenção para o crescimento dos resultados, caso eles sejam necessários. É investir no processo e não no produto, pois apesar do produto ser o resultado buscado, é importante que ele seja o melhor e não apenas mais um.
Cabe ressaltar e centralizar as atenções tanto sobre o produto quanto sobre o processo de aprendizagem, por que um depende diretamente do outro para a concepção de seres humanos em desenvolvimento, pois eles estão em constante formação e se não aprenderam, que tenham que aprender. Cabe ao educador investir neles novamente.
A pedagogia que prioriza o exame se contenta com a classificação, diferentemente da pedagogia avaliativa que não se contenta com qualquer resultado, mas sim com resultados que sejam satisfatórios. Mas que isso! Ela atribui única e exclusivamente ao educando a responsabilidade pelos seus bons resultados, pois dedica-se ao trabalho de desvendar empasses e encontrar soluções.
Assim sendo, significa que devemos investir no processo de avaliação para que se consiga produzir um melhor produto, criando nos adolescentes e crianças valores para si mesmos, que o ajudarão a dar o melhor naquilo que eles fazem, deve haver uma transformação nos conceitos em prática, pois não bastam apenas bons discursos, devem haver também as boas e significativas ações.

REFERÊNCIA:
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem...mais uma vez. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 61-65.





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